Central de alarme monitorados e não monitorados
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Central de alarme monitorados e não monitorados

Por Icaro Torres, da Simas Technology


Os alarmes são, entre os sistemas de segurança, os mais comuns. Possuem um preço baixo, são fáceis de instalar e muito eficientes. Também por esses motivos, muitas pessoas acabam instalando sozinhos seus próprios alarmes em residências e pequenas empresas, em busca da sensação de paz, segurança e tranquilidade, mas é importante ressaltar que nesses casos não estarão 100% seguros.

Os alarmes não monitorados são mais básicos, eles disparam a sirene em casos de arrombamentos e alguns (não todos) enviam uma mensagem ou ligam para o dono do imóvel. Apenas isso. Então o próprio dono deverá se dirigir ao imóvel, convidar alguém pra ir junto para fazer a verificação e depois ligar para polícia e esperar o atendimento, que pode ser bem demorado. É imprescindível ter uma linha telefônica no local, se a linha for cortada o equipamento não avisará o dono do imóvel.

Já os alarmes monitorados, além de disparar sirene eles contatam as centrais de monitoramento, que funcionam 24 horas, passando informações detalhadas, como hora do disparo e qual o setor violado.


Além da possibilidade de discar para vários números de emergências, os alarmes monitorados também fazem o contato por sistema GPRS, que é um aparelho instalado ao lado da central de alarme que envia via chip dados para a central de operações da empresa de segurança, sem ter a necessidade do uso de linha telefônica.

Outra tecnologia disponível para os alarmes monitorados é a ethernet, que faz a conexão com a internet e garante o envio de arrombamentos com mais precisão.

Os alarmes monitorados também podem funcionar sem luz elétrica, com acesso remoto para ativar e desativar o alarme, e possuem sensores de presença com grande precisão, pois o painel de alarme é dividido por setores que identificam com exatidão o ambiente violado.

E nesse caso um segurança treinado é enviado até o local de forma rápida, toma as providências iniciais e se necessário chama a polícia.

 

Saída PGM

PGMs são saídas programáveis para o acionamento de equipamentos elétricos em geral como; Refletores, motores, fechaduras elétricas, entre outros ligados a central de alarme. Essas saídas PGMs podem ser acionadas via SMS. E cada central de alarme monitorado pode ter uma quantidade diferente de saídas PGMs.

 

Tipos de sensores

Os alarmes monitorados possuem sensores muitos precisos.  E existem alguns modelos de sensores como: os magnéticos com e sem fio; de presença com e sem fio e os sensores de presença pet com fio.

- Sensores Magnéticos: são ótimos para sistemas de alarmes. São formados por pares de imãs e uma chave de lâminas, chamada de reed-switch. Quando o campo magnético de um imã atua sobre a lâmina elas se atraem e encostam uma na outra, fechando o circuito. Quando o imã é afastado, a lâmina se abre e o circuito magnético é ativado, disparando o alarme. Podem funcionar com ou sem fio.

- Sensores de presença: capta a presença de pessoas através de raios de luz infravermelha, que mede as variações de temperatura, e dispara o alarme. Podem ser instalados com fio e sem fio.

- Sensores de presença pet: também funciona através da luz infravermelha, mas não disparará o alarme na detecção de animais domésticos, evitando falsos disparos de alarmes.

 

 

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